Números que afetam seu bolso
Inflação, juros, emprego e contas públicas explicados a partir de dados oficiais, com séries históricas e comparações que mostram a real dimensão de cada indicador.
Informação verificada, contexto completo
Somos uma plataforma dedicada à informação e à verificação de fatos. Utilizamos tecnologia e recursos digitais para facilitar a pesquisa, a consulta e o acesso a informações de diferentes fontes, valorizando a organização dos dados, a contextualização dos acontecimentos e a clareza na comunicação.
Vivemos cercados por um volume de informação que cresce a cada minuto: notícias, dados públicos, boatos, números soltos e falas reproduzidas fora de contexto. Nesse cenário, saber onde buscar, como comparar e como interpretar tornou-se tão importante quanto o próprio acesso à informação. O Busca Fatos nasceu justamente para ocupar esse espaço: somos uma plataforma de informação e verificação que reúne, organiza e explica fatos com transparência sobre as fontes utilizadas.
Nosso trabalho parte de um princípio simples: nenhum dado é apresentado sem que o leitor possa traçar o caminho até a origem. Sempre que um fato é verificado, indicamos quais fontes foram consultadas — órgãos oficiais, instituições acadêmicas, entidades de classe e publicações especializadas. O objetivo não é dizer ao leitor o que pensar, e sim oferecer elementos completos para que cada pessoa avalie a informação por conta própria, com contexto suficiente para entender o que aquele número ou notícia realmente significa.
A organização é um pilar da plataforma. Conteúdos são agrupados por tema, classificados por tipo (dado oficial, análise contextualizada, esclarecimento de boato) e apresentados em uma linguagem direta, sem tecnicismos desnecessários. Acreditamos que clareza não é simplificação: é o resultado de um trabalho cuidadoso de edição que respeita a inteligência de quem lê.
A mesma honestidade vale para os limites do trabalho. Quando as evidências disponíveis não permitem concluir nada — o documento não foi localizado, as fontes divergem sem critério de desempate, o dado é antigo demais para a pergunta feita —, a plataforma publica exatamente isso. "Ainda não dá para saber" é uma resposta legítima e, em muitos casos, a mais útil: o leitor que aprende a conviver com a incerteza declarada fica imune tanto ao boato quanto à falsa certeza.
Para apoiar a pesquisa e o acesso a dados públicos, recomendamos ao leitor o portal oficial de Acesso à Informação do governo federal, que concentra pedidos e respostas de órgãos públicos; o repositório de produção acadêmica mantido pela UFRJ — Universidade Federal do Rio de Janeiro, referência em pesquisa científica no país; e os recursos da ABI — Associação Brasileira de Imprensa, entidade histórica de defesa da liberdade de imprensa e do jornalismo responsável.
Toda verificação publicada na plataforma segue uma metodologia em quatro etapas, documentada e replicável. Ela foi desenhada para ser rigorosa sem ser hermética: qualquer leitor pode entender exatamente como chegamos a cada conclusão.
Identificamos a informação circulando em redes sociais, aplicativos de mensagens ou veículos de imprensa, e registramos o conteúdo exatamente como foi publicado, com data, veículo e alcance estimado.
Buscamos a fonte primária do dado ou da declaração: a publicação oficial, o estudo citado, a nota de repúdio, o documento original. Boatos frequentemente se sustentam em trechos recortados ou em documentos que nunca existiram — rastrear a origem costuma revelar isso rapidamente.
Confrontamos a informação com fontes independentes entre si: bases de dados públicos, instituições de pesquisa e entidades especializadas no tema. Uma informação só é considerada verificada quando há convergência de evidências, e divergências relevantes são declaradas no texto.
Escrevemos o resultado em linguagem clara, com o contexto necessário para entender o fato — o que mudou, desde quando, comparado com o quê. As fontes ficam sempre listadas ao final, para consulta direta pelo leitor.
Cada verificação recebe uma classificação em selo claro, no topo do texto: verdadeiro, falso, enganoso, sem contexto ou insuficiente. A diferença entre os selos importa tanto quanto o veredito — um boato pode ser construído com dados reais escolhidos a dedo (sem contexto), com números inventados (falso) ou com distorção deliberada do que foi dito (enganoso). Rotular com precisão evita a simplificação de dividir o mundo em verdadeiro e mentira, que raramente corresponde ao que circula nas redes.
A plataforma organiza sua cobertura em frentes temáticas, cada uma com linguagem e fontes próprias. Confira as principais:
Inflação, juros, emprego e contas públicas explicados a partir de dados oficiais, com séries históricas e comparações que mostram a real dimensão de cada indicador.
Boletins epidemiológicos, campanhas de vacinação e estudos clínicos verificados junto a órgãos de vigilância e instituições de pesquisa, sempre com linguagem acessível.
Declarações de autoridades, votos no Legislativo e atos do Executivo confrontados com registros oficiais e o histórico público de cada ator.
Aplicativos, plataformas e supostas novidades tecnológicas examinados com foco em evidências: o que existe de fato, o que é promessa e o que é fraude.
Alertas de desmatamento, eventos climáticos extremos e políticas ambientais verificados junto a sistemas de monitoramento e instituições de pesquisa.
Corridas de informação sobre segurança pública, educação e direitos verificação junto a estatísticas oficiais e especialistas, longe de generalizações.
Verificação não é privilégio de especialistas. Com hábitos simples, qualquer pessoa reduz drasticamente o risco de espalhar informação falsa. Nossas recomendações básicas:
Esses hábitos rendem mais quando praticados em grupo. Famílias que combinam de conferir antes de repassar no grupo do aplicativo de mensagens, professores que transformam a checagem em exercício de sala de aula e equipes que adotam a regra de citar a fonte junto ao link criam uma cultura local de verificação — e a desinformação encontra muito mais resistência numa comunidade que pergunta "qual a origem?" do que num leitor isolado, por bem-informado que seja.
Não. A plataforma é independente e não mantém vínculo com partidos, governos ou empresas. Todas as fontes utilizadas em cada verificação são listadas publicamente, o que permite ao leitor auditar o trabalho.
Priorizamos informações com alto alcance ou potencial de dano público: boatos sobre saúde, fraudes financeiras, dados econômicos distorcidos e declarações de autoridades com impacto direto na vida das pessoas.
Sim. Utilize o formulário na seção de contato e envie o conteúdo suspeito com o máximo de contexto possível: onde circulou, quando e em que formato. Sugestões com material anexado são analisadas mais rapidamente.
Significa que rastreamos a origem da informação, comparamos fontes independentes e publicamos o resultado com o contexto completo e as fontes listadas. Quando as evidências são insuficientes, dizemos isso explicitamente — em verificação, admitir incerteza também é resultado.
Sim, de forma transparente. Sempre que identificamos um erro em nossos textos, a correção é publicada no próprio conteúdo, com data e explicação do que foi alterado. Corrigir rápido e às claras é parte da metodologia.
Para sugerir uma verificação, apontar uma correção ou saber mais sobre a metodologia da plataforma, escreva para contato@buscafatos.com.br. Você também pode acompanhar as novas checagens e enviar conteúdos suspeitos diretamente por nossas redes. Toda mensagem é lida e contribui para manter a qualidade da informação publicada.